sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Sexta-feira chegando...

A sexta-feira já está aí, hora de folga? Nem pensar meus queridos folga vamo ter quando essa grande caminhada chegar ao fim e objetivo tiver sido realizado O/Vamos largar de papo furado e voltemos onde paramos: Onde paramos? Caderno 2 do CBC da Educação Básica - Os cadernos do CEALE.

No post de hoje abordaremos o 2ºEIXO - Apropriação do sistema de escrita:

Trata-se dos conhecimentos necessários que o aluno precisa adquirir para compreender as regras que orientam a leitura, escrita e ortografia.

Capacidade: 2.1- Compreender diferença entre a escrita alfabética e outras formas gráficas.

Fazer com que o aluno perceba a diferença em letras do alfabeto  de números, rabiscos, símbolos gráficos como -> * + - = % @ $ ...

2.2 Dominar convecções básicas: No sistema de escrita portuguesa a escrita se orienta de cima para baixo e da esquerda para direita, que existe espaçamento de uma palavra para outra e pontuações de acordo com cada frase. Um trabalho que deve ser feito bem no inicio do processo de letramento e alfabetização.

2.2.1 Compreender a orientação e o alinhamento da escrita da língua portuguesa: É preciso mostrar a importância das convenções para o bom uso e entendimento da linguagem e da escrita. Deve-se ensinar como deve ser a ocupação de uma folha, respeitando as margens os espaçamentos necessários. Ensinar que na mesma direção que se escreve e a mesma direção  que sê lê intertexualizar com outros sistemas alfabéticos como os das culturas orientais que são opostas a nossa.

2.2.2 Compreender a função de segmentação  dos espaços em branco e da pontuação final das frases: A escrita e a fala são lineares som depois de som e precisa de pontuações para que possa ter significado aquilo que o texto ou frase venha nos passar.

ALITERAÇÂO: Repetição de um fônema.
ASSONÂNCIA: Espécie de rima, coincidência entre vogais das palavras.
2.3 Reconhecer unidades fonológicas como silabas, rimas, terminações de palavras etc.: Para poder ler e escrever com autonomia o requisito indispensável de ser capaz de operar racionalmente os sons – fonemas – e assim expressa-los graficamente. É fundamental o aluno saber ouvir o fonema e identificar que letra produz aquele som. Neste momento inicia a decomposição das palavras em sílabas.

2.4 Conhecer o alfabeto: Com suas 26 letras o alfabeto possibilita escrever todas as palavras da língua portuguesa. O professor deve ensinar sua ordem e sua grafia. É importante sempre deixar visível para auxilio doa alunos em momento de duvida.
2.4.1 Compreender a categorização gráfica e funcional das palavras: Compreender o alfabeto é mais do que conhecer as letras e também compreender que a letra varia na forma gráfica e no valor funcional. E que sua grafia não diferencia um A vai ser a mesmo maiúsculo mesmo minúsculo, mesmo cursivo mesmo em bastão.

2.4.2 Conhecer utilizar diferentes tipos de letra (de fôrma e cursiva): Possibilitar que o aluno perceba a diferença das diferentes formas que tem para se escrever.

2.5: Compreender a natureza alfabética do sistema de escrita: Seu principio básico é de que cada som é representado por uma letra. Que vária na posição da letra nas palavras.

2.6: Dominar as relações entre grafemas e fonemas:  Grafemas: São letras ou grupo de letras: A- B- C- D são grafemas RR QU SS também são grafemas.

Neste momento fixar bem na diferença da fala e da escrita, que algumas letras podem ter som semelhante na fala mais na escrita não é igual.
2.6.1 Dominar regularidades ortográficas: Cada regularidade possuiu o seu grau de dificuldade, sempre do mais fácil para o mais difícil. É importante partir dos casos nos quais os valores atribuídos aos grafemas não depende do contexto para depois nos que tem interferência de acordo com o contexto. Grafemas que o valor não depende do contexto: P B T D F V. Grafemas que depende do contexto: C G H L M N R S X Z.

‘Reconhecer as relações entre fonemas e grafemas com vista ao domínio das regularidades ortográficas. ’

2.6.2 Dominar irregularidades ortográficas: Fonemas idênticos com grafemas diferentes ou quando em fonema possui vários grafemas: palavras com S SS C Ç SC XC X Z .

Um momento que o professor deve ficar atendo, pois o grau de dificuldade é grande e sempre deixa passar despercebido.

RESUMÃO:

2 Saber o que é letra e o que não.

2.1 Utilizar de forma correta os espaços, a pontuação e compreender as convenções básicas

2.2 Saber o som de cada letra

2.3 Saber as letras do alfabeto

2.4 Saber que a escrita não é igual a fala e as vezes algumas letras poderão ter o mesmo som mais sua escrita não vai ser igual.

È isso o final de semana está aí, mas aqui nada para não. Amanhã volto com o tericeiro Eixo a ser trabalhado. Até lá vamo estudar.


NOVIDADE


Não é novidade meu amor pelo Rio Grande do Sul. Para acabar mais uma semana, a dica de livro e de mais um autor dos pambas.  O analista de Bagé - Luis Fernando Veríssimo:

O livro é a combinação entre a rude sinceridade e a franqueza do homen do interior gaúcho. Textos paródicos que desmistificam o regional e a psicanálise.São 27 hilariantes histórias do impagável analista gaúcho, freudiano, machista, que costuma tratar seus pacientes a tapa. É um clássico do humor brasileiro. Com práticas pouco convencionais, o analista barbudo, macho e sistemático não deixa de picar fumo e tomar chimarrão nas consultas.Suas opiniões são hilárias, inclusive sobre a competente secretária Lindaura. O sotaque forte e suas conclusões sobre os problemas dos clientes geram uma combinação divertida.Na obra, Luís Fernando Veríssimo apresenta as relações analista/cliente de forma irônica e debochada, fazendo alusões ao regionalismo, à política nacional, à intelectualidade – sempre de forma iconoclasta e irreverente.

Vocês vão gostar os textos do vérissimo alegra qualquer pessoa e pra aumentar a vontade de ler vou encerrar o post com o primeiro conto que le desse autor e que marcou minha vida de uma tal forma que nem tenho palavras para explicar. Aproveitem a sexta-feira e até a próxima.

O LIXO

Encontram-se na área de serviço. Cada um com seu pacote de lixo. É a primeira vez que se falam.
- Bom dia.
- Bom dia.
- A senhora é do 610.
- E o senhor do 612.
- É.
- Eu ainda não lhe conhecia pessoalmente...
- Pois é...
- Desculpe a minha indiscrição, mas tenho visto o seu lixo...
- O meu quê?
- O seu lixo.
- Ah...
- Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...
- Na verdade sou só eu.
- Mmmm. Notei também que o senhor usa muita comida em lata.
- É que eu tenho que fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...
- Entendo.
- A senhora também...
- Me chame de você.
- Você perdoe minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos de comida em seu lixo. Champignons, coisas assim...
- É que eu gosto muito de cozinhar. Fazer pratos diferentes. Mas como moro sozinha, às vezes sobra...
- A senhora... Você não tem família?
- Tenho. Mas não aqui.
- No Espírito Santo.
- Como é que você sabe?
- Alguns envelopes no seu lixo. Do Espírito Santo.
- É. Mamãe escreve todas as semanas.
- Ela é professora?
- Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?
- Pela letra no envelope. Achei que era letra de professora.
- O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.
- Pois é...
- No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.
- É.
- Más notícias?
- Meu pai. Morreu.
- Sinto muito.
- Ele já estava bem velhinho. Lá no sul. Há tempos não nos víamos.
- Foi por isso que você recomeçou a fumar?
- Como é que você sabe?
- De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadas no seu lixo.
- É verdade. Mas consegui parar outra vez.
- Eu, graças a Deus, nunca fumei.
- Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimido no seu lixo...
- Tranqüilizantes... Foi uma fase. Já passou.
- Você brigou com o namorado, certo?
- Isso também você descobriu no lixo?
- Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho, jogado fora. Depois, muito lenço de papel.
- É, chorei bastante, mas já passou.
- Mas hoje ainda tem uns lencinhos...
- É que eu estou com um pouco de coriza.
- Ah.
- Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.
- É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.
- Namorada?
- Não.
- Mas há alguns dias tinha uma fotografia de mulher no seu lixo. Até bonitinha.
- Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.
- Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo, você quer que ela volte.
- Você já está analisando o meu lixo!
- Não posso negar que seu lixo me interessou.
- Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la. Acho que foi a poesia.
- Não! Você viu meus poemas?
- Vi e gostei muito.
- Mas são muito ruins!
- Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.
- Se soubesse que você iria ler...
- Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, não sei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?
- Acho que não. Lixo é domínio público.
- Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com as sobras dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social. Será isso?
- Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que...
- Ontem, no seu lixo...
- O quê?
- Me enganei, ou eram cascas de camarão?
- Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.
- Eu adoro camarão.
- Descasquei, mas não comi. Quem sabe a gente pode...
- Jantar juntos?
- É.
- Não quero dar trabalho.
- Trabalho nenhum.
- Vai sujar a sua cozinha.
- Nada. Num instante se limpa tudo e põe os restos fora.
- No seu lixo ou no meu?

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

1ºEIXO

Continuando ao tema, este post vem dando seqüencia ao Caderno 2 do CBC da Educação Básica. Cada post trará um Eixo debatido no caderno, vimos anteriormente que são cinco.  E sempre lebrando que os post a cerca do CBC são verbetes, tópicos, lembretes que trazem uma resumida geral que estou utilizando para estudar para a prova do concurso:

1ºEIXO – Compreensão e valorização da cultura escrita.

Condição necessária a integração dos alunos ao mundo letrado e procedimentos pedagógicos que podem ser adotados para realização dos objetivos.

Capacidades: 1.1 – Conhecer e utilizar modos de manifestação e circulação da escrita na sociedade: Independente do grau de escolaridade ou posição social, todo cidadão vive numa cultura letrada.

A escola precisa proporcionar o aluno contato com diferentes gêneros e suportes de texto escrito que lhe proporciona conhecimentos: As crianças se deparam com espaços comum de circulação (casa – rua – praças...). Espaços institucionais (biblioteca, bancos, ônibus...). Aquisição deste material aos alunos como empréstimo de livros. Suportes como cartazes, outdoors, murais assim as crianças vão assimilando mais este universo letrado. Instrumentos para registros (lápis, caneta, computadores, etc.).

Esses meios proporciona a participação ativa na cultura escrita aumentando a convivência e possibilitando consequentemente o aprendizado.

Capacidade: 1.2 – Conhecer os usos e funções sociais da escrita: Vivemos em uma sociedade em que o uso da leitura e da escrita é fundamental uma sociedade grafocêntrica, ou seja, toda vida social se organiza em torno da escrita.

Tornar o aluno abito a fazer escolhas adequadas de participar das praticas sócias de leitura e escrita. De inicio deve-se inserir o aluno no mundo dos textos, que estão frequentes no seu cotidiano: Jornais, bula de remédio, receitas. Diversificando os gêneros e sempre dando importância ao conhecimento prévio do aluno. Com esta maneira devem-se introduzir os gêneros textuais trabalhando sistematicamente suas características, formatação de linguagem, finalidade e função.

Capacidade: 1.3 – Conhecer o uso da escrita na cultura escolar: A escola está rodeada de suporte e instrumentos fundamentais que auxiliam neste processo de alfabetização e letramento conhece-los é essencial, como utilizado e qual sua função e suas particularidades físicas. (livro didático, de historias, cadernos, cartazes e outros).

Capacidade: 1.4 – Desenvolver as capacidades necessárias para o uso da escrita no contexto escolar: 1.4.1: Saber usar os objetos de escrita presente na cultura escolar: Como manusear de forma correta o livro didático, caderno, livros de historias, segurar o lápis postura de um estudante dentro da sala de aula.
1.4.2: Desenvolver capacidades especifica para escrever:  Trabalhar a forma correta de escrever, respeitando sempre as linhas, a margem, letras legíveis para um bom entendimento. Diversificação da letra em bastão, cursiva.
Resumidamente em uma frase este é o primeiro eixo do caderno dois:
1. A importancia da escrita na sociedade
1.1 Conhecer onde a escrita está presente, porque ela é importante.
1.2 Como utilizamos a escrita nas funções socias.
1.3 No universo escolar onde está presente esta escrita e quais os suportes que ela está.
1.4 Como manusear estes suportes e como identifica-lós.
A seguir na próxima edição vamos ver: Apropriação do sistema de escrita, segundo eixo trabalho pelo CBC. Mas por agora ficamos aqui.
NOVIDADE
->Como vimos no post anterios o blog traz uma novidades para vocês cada edição trará dica de livros para aproveitarmos nas férias e ao longo do ano, Porque não. O livro de hoje particulamente é um dos meus preferidos, e deixo isso bem claro, tanto que no meu aniversário do ano passado ganhei ele duas vezes. O livro é de contos ondeo autor, em quase todos eles, aborda seus temas preferidos: o estranhamento, a solidão, a dor e o sentimento de marginalização. Algumas pessoas já devem saber  de quem estou dizendo: Morangos Mofados - Caio Fernando Abreu (você verá muito ele por aqui)
Caio Fernando retrata os anos 80 das metrópoles, dos relacionamentos modernos, suas formas de começar, de acabar e de nunca terem existido são descritas de forma humana o bastante para prender o leitor numa viagem para o de-dentro (como Caio costumava dizer) e descobrir que as angústias, pressões, alegrias e tristezas são as mesmas, agora ou há quase trinta anos atrás.
O livro mostra como o homem pode ser decadente e, mesmo assim, soberbo. Começando com uma busca angustiante e sem fim para descobrir-se e descobrir o outro em ?Diálogo? até o conto homônimo ao livro, que de maneira redentora alivía-nos de todas as pequenezas cotidianas que sufocam a vontade de viver.
A sinceridade em sentir dor, raiva, amor, ódio e tudo mais do que somos feitos é que nos faz diferentes, e pela diferença Morangos Mofados brilha entre os grandes livros de conto da literatura brasileira.

Simplesmente perfeito! Não tenha outra palavra para descrever os textos de Caio. Bem espero que realmente gostem desta dica. Tenha um bom dia (:
Até o próximo post!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Caderno 02

Férias? Pra quê? O tempo pareci muito mais não é. De olho nos livros e vamos estudar.Pois bem hoje os verbetes e tópicos são sobre o Caderno dois que tem como objetivo: Sistematizar e discriminar as capacidades mais relevantes a serem atingidas pelas crianças nos diferentes períodos do ciclo.

CAPACIDADES = HABILIDADES = COMPETÊNCIAS

É PAPEL DO PROFESSOR: Introduzir / Trabalhar-Retomar / Consolidar...
Familiarizar o aluno com o tema trabalhando sistematicamente para favorecer o desenvolvimento no processo de aprendizado, sedimentando avanços nas capacidades.

Pressupostos teóricos: língua, ensino da língua, alfabetização e letramento.
Concepção da língua: A língua é um sistema discursivo que funciona na interlocução/ relação entre sujeitos. Este sistema inclui regras. Seu centro é, pois a interação verbal que se faz através de discursos falados ou escritos.
Os alunos precisam estar cientes das diferentes possibilidades de emprego da língua.
A aprendizagem deve ser centrada em automatismo e reproduções mecânicas.
 Concepção de alfabetização e letramento: A condição básica para o uso escrito da língua que é a apropriação do sistema alfabético envolvendo aprendizados específicos.
Métodos de alfabetização: Método silábico: Contempla alguns aspectos importantes para aprimorarão do condigo escrito, mas subtrai o calor de usa da função social. Ensina da SILABA para PALAVRA COMO UM TODO.  Método de base-fônica: Ponto fundamental para compreensão do sistema alfabético que é a relação entre fonema (som) e grafema (letra). Método global analítico: Ensina do TODO para as PARTES – palavras, silabas, letras...
Alfabetização: O aluno ler e escrever com autonomia.
Letramento: Processo de inserção e participação na cultura escrita. O início do contato com as palavras vistas no próprio cotidiano como; placas – rótulos – revistas – etc.

AMBOS SÃO DISTINTOS, INSEPARAVÉIS E FUNDAMENTAIS. Precisa-se alfabetizar letrando.

Os eixos desta proposta são centrados em temas relevantes que deve ser fundamentais no ciclo de alfabetização. Foram divididos em cinco:

1º Compreensão e valorização da cultura escrita
2º Apropriação do sistema de escrita
3º Leitura
4º Produção de texto escrito.
5º Desenvolvimento da oralidade.

Um quadro com capacidades foi criado para orientar ao professor, a saber, em qual período deve trabalhar tais capacidades, não em forma linear e sim simultânea e levando em conta situações atuais de aprendizados dos alunos, ou seja, seus conhecimentos prévios.
Se liga que nos próximos post estaremos falando detalhadamente de cada eixo. Não perca!
 NOVIDADE
-> Saindo um pouco do concurso e das rotinas universitarias ( ou nem tanto). Todo post trará para vocês um dica de leitura, afinal não importa se estamos de férias ou não ler é sempre bom. A dica de hoje é: Eu sou o mensageiro - Markus Zusak
Ed Kennedy leva uma vida medíocre, sem arroubos. Trabalha, joga cartas com cúmplices do tédio, apaixona-se por uma amiga que dorme com todos os vizinhos do subúrbio e divide apartamento com um cão velho. O pai alcoólatra morreu há pouco; a mãe parece desprezá-lo.Certo dia, ele impede um assalto a banco e é celebrizado pela mídia. O ato heróico tem conseqüência. Logo depois, Ed recebe enigmáticas cartas de baralho pelo correio: uma seqüência de ases de ouros, paus, espadas, copas, cada qual contendo uma série de endereços ou charadas a serem decifradas. Após certa hesitação, rende-se ao desafio. Misteriosamente levado ao encontro de pessoas em dificuldades, devassa dramas íntimos que podem ser resolvidos por ele. Uma mulher é estuprada diariamente pelo marido, enquanto uma senhora de 82 anos afoga-se em solidão, à espera do companheiro, morto há mais de meio século.
A ele parece caber o papel do eleito, do salvador. Convencido disso, segue instruções e se perde entre ficções de estranhos e sua própria, embaçada, realidade. A certa altura pergunta-se: "Eu sou real?" Markus Zusak cria um personagem comovente capaz de confrontar o mistério e, por meio da solidariedade, empreender um épico que o levará ao centro de sua própria existência.

O livro começa meio chocando, com uma línguagem totalmente informal, cheia de gírias e palavrões. Depois de algumas páginas você se acostuma e começa a gostar e vai gostar muito pode apostar. Se quiser participar fique a vontade mande email para mione180@yahoo.com.br e deixe sua dica de leitura (:
Até o próximo post.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Vamos Começar.

A primeira coisa que acredito ser um das mais importantes que irá cair no Concurso do SEE para professores do PEB.São os CBC - começemos com os cadernos do CEALE. Que são divididos em seis cadernos.

Lembre-se não é um resumo ou um debate a cerda de todo conteúdo são apenas tópicos e verbetes que utilizei para facilitar meu processo de estudo dos conteúdos que irão ser cobrados na parte especifica da prova que gostaria de compartilhar com vocês.

Ciclo Inicial de Alfabetização – Caderno 1:  Tem o intuito de preparar os professores para atuar no ensino fundamental, que tem duração de nove anos.

Ciclo Inicial de Alfabetização = 3anos (Idade 6,7,8)
Ciclo complementar de Alfabetização = 2anos (Idade 9, 10anos)

Siglas Importantes no campo educacional:
SAEB – Sistema de Avaliação de Educação Básica.
INEP – Instituto Nacional de Estudo e Pesquisa Educacionais Anísico Teixeira.
PISA – Programa Internacional de Avaliação do Estudante.
OCDE – organização para Cooperação e desenvolvimento Econômico.

Porque mudar os métodos e ampliar a duração do ensino fundamental? O método não estava sendo eficaz se encontrava falhas e o tempo fornecido anteriormente não era suficiente para de fato o aluno passar para um próximo ciclo alfabetizado, estudos confirmaram um alto índice de alunos que passavam de ano sem dominar a leitura e escrita.
Termos - Analfabeto Funcional: Pessoa que embora domine as habilidades básicas de leitura e escrita, não é capaz de utiliza-las em produções autônomas no cotidiano. Podendo usar de forma espontânea em qualquer momento que for necessário.
Alfabetização: Designa na leitura, a capacidade de decodificar os sinais gráficos, transformando-os em sons – na escrita capacidade de codificar os sons na língua, transformando-os em sinais gráficos. Ou também segundo Magda Soares (2003) Aquele que sabe usar a leitura e a escrita para exercer uma pratica social em que a escrita é necessária.

Ambiente Alfabetizador: A criação deste ambiente se concretiza na busca de levar as crianças a um local que a provoque e a induz, estimulando suas necessidades como “rodeia-las de escrita” (registro de rotina, etiquetas de organização, combinados, cartaz de frequência...) Assim fixaria o conceito de que a alfabetização leva a pratica social.

Letramento: Conjunto de conhecimentos, atitudes e capacidades necessárias para usar a língua em pratica social.
 “Às vezes a criança é alfabetizada, mas não é letrada.”
Ponto positivo do ciclo de alfabetização:A preocupação dos pais se foca no aprendizado do aluno uma vez que não há repetência e não precisa se preocupar se o aluno vai ou não passar de ano, e sim se ele passou aprendendo alguma coisa.Economia de recurso financeiro já que os alunos não repetem o ano não precisa gastar todo investimento que já foi gasto.Agilidade no fluxo de alunos possibilitando maior número de vagas e trazendo mais crianças para escola.
O importante é não se submeter à aprendizagem exclusivamente ao processo de maturação, acredita que se as aprendizagens vivenciadas pelas crianças são capazes de produzir processos de desenvolvimento e avanços nas capacidades.
¹Metodologia de ensino: Fônico – silábico – global.
Consciência fonológica: Compreensão de que a escrita se organiza como sequencia de sons diferenciado pela posição da letra e da silaba nas palavras. (Trabalhar rimas é um bom começo com esse método)
Papel da Escola: Em primeiro lugar definir de fato quais as capacidades mínimas a serem atingidas nas diferentes fases do ciclo. É preciso instrumentos compartilhados para diagnosticar e avaliar o aluno. No final de cada ciclo reagrupar alunos que atingirem a mesma capacidade a fim de trabalhar junto um meio de recuperação.
¹Teremos um post especificos sobre o tema.
O primeiro caderno se foi se ligue nos próximos post e acompanhe ... Galera vamo estudar porque não é pouca coisa não.rs
Curiosidade: Além do concurso do SEE ainda farei o concurso do BB se alguém mais se interessar o edital se encontra aqui:http://concursosnobrasil.com.br

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Antes tarde do que nunca.

Não vou dizer que sumi mais que obvio. É que alguns problemas aconteceram na minha vida e perdi  minha ferramenta de trabalho, mas problema contornado: estou de volta.
O ano de 2011 passou e eu passei o 4º Período do curso de Pedagogia foi uma reviravolta e uma experiência bem gratificante pena ter perdido os relatos que guardei com tanto carinho para vocês.
Agora o 5º Período já está chegando às aulas começam dia 06 de fevereiro, minha grade curricular ficou da seguinte forma: Fundamentos da Educação de Jovens e Adultos, Metodologia de Ensino e Aprendizagem na Educação Infantil II, Pesquisa e prática pedagógica III, Gestão e Organização Educacional, Conteúdo e Metodologia de Matemática II, Conteúdo e Metodologia de Ciências I e o famoso Estagio Supervisionado III.  Bastante conteúdo para debatermos, o jeito é esperar e ficar ligados.
Quanto minha vida profissional mais um ano tentarei trabalhar no CMEI – Maria da Conceição Fernandes mais noticias em meados de fevereiro. Acham que estou de férias? Que nada! Agora também trabalho em uma Escola/Hotelzinho Cantinho da Criança. No momento por estarmos em período de férias estou apenas olhando as crianças, mas quando o ano letivo começar assumirei turma. Novidade? De mais. Ansiedade? Nem quero comentar. Vamos deixar tudo ir devagar.
Agora mais uma coisa está presente no meu cotidiano o assustador Concurso Público aqui em MG do SEE que estão disponibilizando um bom número de vagas para nós PEB – professores da Educação Básica. O edital saiu no final do ano passado, já fiz minha inscrição é claro e agora é estudar todos os conteúdos pedidos a fim de conseguir um bom resultado. E é isso que estou fazendo.

Para não perder o hábito de postar (embora haja não posto) e como estamos no período de férias não tenho muito que postar da rotina universitária nem da rotina das escolas na qual trabalho, os futuros postes serão sobre os conteúdos que irão cair na prova do PEB que acontecerá em abril. É um meio de reforçar meus estudos e um meio de vocês também ficarem por dentro.
Já perceberam que 2012 promete então não se perca e fique conectado aqui.

domingo, 28 de agosto de 2011

Voltei! Com novidade...

Que bom pode voltar, sumi por falta de computador, internet, mas tudo resolvido. Sumi porque o 4º Periodo do curso Pedagogia começou a todo vapor, tanta coisa nova, tanta coisa boa para contar para vocês.
Mas esse post de hoje, vai ser sobre o CEMEI - Maria da Conceição Fernandes , sim, a escola que trabalho  e neste mês de agosto faz um ano que estou, um ano muito produtivo, de descobertas, de alegrias, de novas experiencias e amizades.
Nas ultimas duas semanas começamos a trabalhar o projeto Folclore, projeto que interagi as crianças de uma tal forma, pois tudo é muito divertido de trabalhar, chama atenção da meninada o que torna tudo bem mais prazeroso e gostoso de fazer.
Ontem dia 27 de agosto de 2011 ocorreu um evento na escola para encerrar os trabalhos sobre o Folclore, aberto das 9:00 ás 11:00, os pais poderam ver trabalhos realizados pelos meninos que ficaram em exposições, confere aí:


 Turma 4 anos - Maria José


Turma 3 anos - Marília


Turma 3 anos - Marília


 Turma 3 anos - Aparecida / Simone


Turma 4 anos - Chrsitiane


Turma 3 anos - Elaine / Denise / Rhanya


Turma 4 anos - Tida


Turma 4 anos - Tida


Turma 3 anos - Patricia / Leonardo


Turma 4 anos - Cristina


Turma 3 anos - Elaine / Denise / Rhanya


Turma 3 anos - Aparecida / Simone

Além de exposições dos trabalhos manuais realizados pelos alunos, ontem teve também apresentações de músicas folcloricas, cada turma deveria ter apresentado um número, mas não foram muitos alunos, tiveram turma que compareceu apenas um aluno, e infelizmente não teve como realizar apresentações de todas as turmas, mas confere aí a menina que apareceu ao evento e nos presentiaram com uma linda apresentação!












Foi uma manhã de sábado agradável e festiva, tenho certeza que os pais gostaram de pode acompanhar mais de pertinho como é seu filho dentro do ambiente escolar.






E pra encerrar o post um fotinha dos funcionarios, não todos porque não tive oportunidade de juntar todo mundo para tirar, mas de uma turminha bacana e em especial para Iracilda ...


(Ana Paula - Iracilda - Geanei - Tida - Maria Luisa - Renata)

Até o próximo post ...

quarta-feira, 22 de junho de 2011

REFLEXÕES SOBRE ALFABETIZAÇÃO...

Não dei continuidade na festa junina porque até agora não consegui as fotos da outra maquiana. Enfim aqui não pode parar!!! Segue no post o ultimo trabalho realizado nesse 3º período, estou de férias só volta as aulas em AGOSTO.

REFLEXÕES SOBRE ALFABETIZAÇÃO E FORMAÇÃO DO PROFESSOR ALFABETIZADOR


Ao longo deste terceiro período de pedagogia estudamos autores que visam à importância de uma boa formação do profissional que ira atuar na área da educação. Os textos estudados foram “Práticas de alfabetização e letramento” de Geraldo Peçanha Almeida, “Reflexões sobre alfabetização”, Emília Ferreiro e “A reinvenção da Alfabetização”, Magda Soares estes textos nos levou a fazer reflexões sobre a alfabetização e a formação do professor alfabetizador.
O primeiro texto analisado foi da Emilia Ferrero “Reflexões sobre alfabetização” tema chave do trabalho. Emilia nos apresenta o método da alfabetização a partir da psicogênese da língua oral e escrita, mostrando suas pesquisas e demonstrando resultados significativos sobre os níveis de padrões evolutivos, que são os: Pré-silábico, silábico, silábico-alfabético e alfabético. A autora apresenta a representação da linguagem no processo de alfabetização deixando uma reflexão sobre os saberes que o aluno traz para a escola e como esses devem ser trabalhados pelos professores.  Também ressalta as concepções das crianças a respeito do sistema de escrita. Durante o processo de alfabetização o professor deve criar situações didáticas que permitam aos seus alunos pensar sobre a escrita e deve estar atento às especificidades do trabalho com letras, com palavras e com textos. Seus objetivos para os três não são os mesmos e todos são igualmente importantes. No trabalho em classes de alfabetização não existe um critério de como as coisas têm de ser feitas. Os alunos não aprendem em uma sequência, do mais fácil para o mais difícil. Ao contrário, eles aprendem fazendo muitas relações entre tudo o que faz parte do que chamamos de campo conceitual da alfabetização.
Emilia Ferreiro também discute a compreensão do sistema de escrita, como construções originais da criança processos de aquisição da língua escrita no contexto escolar considerando a aprendizagem da leitura e escrita como um processo de aprendizagem escolar que se torna difícil reconhecermos que o desenvolvimento da leitura e da escrita começa muito antes da escolarização. Segundo experiências alternativas de alfabetização de crianças que utilizam as descobertas sobre a psicogênese da língua a escrita na criança, Ferreiro destaca que é possível obter uma alfabetização qualitativamente diferente com práticas orientadas por principio.
O segundo texto é a “A reinvenção da Alfabetização” – Magda Soares defende a especificidade da alfabetização e a sua importância na escola, ao lado do letramento.
Mostrando o acesso ao mundo da escrita num sentido amplo por dois caminhos uma, através do aprendizado da escrita e a outa em desenvolver as práticas de uso dessa técnica. Ambos são, na verdade, processos indissociáveis, mas diferentes, em termos de processos cognitivos e de produtos, como também são diferentes os processos da alfabetização e do letramento. A alfabetização é uma parte constituinte da prática da leitura e da escrita, ela tem uma especificidade, que não pode ser desprezada. A alfabetização é algo que deveria ser ensinado de forma sistemática, ela não deve ficar diluída no processo de letramento. Assim segundo Magda essa é uma das principais causas do que vemos acontecer hoje: a precariedade do domínio da leitura e da escrita pelos alunos. Mas mudanças já estão sendo pensadas no sentido de corrigir essa situação o que é chamado de reinvenção da alfabetização querendo voltar em métodos passados para achar a solução. Para a autora embora precisa ser reinventada e se recuperada, não podemos voltar ao que já foi superado. A mudança não deve ser um retrocesso, mas um avanço.
Assim refletimos que muito está sendo feito e muito será, para que a educação possa aumentar os índices de alfabetização e os alunos possam sempre ter meios novos e com resultados no processo de alfabetização.
O terceiro texto analisado foi o de Geraldo Peçanha de Almeida que nos faz refletir que as práticas de alfabetização e letramento existem, mas precisam ter várias etapas para a criança conseguir ser alfabetizada corretamente e para isso é indispensável o papel do professor alfabetizador que tende a buscar novas formas de alfabetizar. Precisa-se formar um ambiente alfabetizador, pois a leitura e a escrita são processos cognitivos que precisam de estímulos favoráveis ao seu desenvolvimento. A criança precisa da ajuda do profissional da educação para desenvolver uma consciência linguística através do contato com os diferentes tipos de textos e todas as possibilidades que levarão a familiarização das palavras. No entanto existem diversos fatores que podem atrapalhar no processo de alfabetização da criança, segundo o autor:
“Quando a escrita não acontece no período esperado, mesmo diante de um om trabalho pedagógico é importante fazer a avaliação psicopedagogia para verificar as causas. Transtornos emocionais, separação dos pais, violência, fome, medo e tantos outros problemas ligados à saúde podem estar por trás de uma retenção do atraso”. (ALMEIDA, Geraldo Peçanha).
Enfim, vimos que a fase alfabetizadora precisa além das praticas de alfabetizar um ambiente favorável tanto familiar quanto escolar e que os profissionais da educação têm que estar atentos não só na forma de alfabetizar, mas no meio social que a criança vive.
Todos estes textos contribuíram para nossa formação como educadora, vimos que uma educação de qualidade depende principalmente da ação pedagógica desenvolvida em sala de aula e que essa ação, por sua vez, está diretamente ligada à nossa formação como professor o que induz o aluno a ter uma educação de qualidade, a qual leva o sucesso do aluno, como também o da própria escola.